Essa febre que me rói por dentro...Essa francesa absurda gritando na minha cabeça...
E o Baudelaire?E a paciência?
E a miséria e os acentos e as paroxitonas?
E o "e"?
A poesia foi dançar e disse que só volta quando o mundo for civilizado..Agora só nos resta essa absurda crença de que os gritos não saem das paredes....
E a sensação do mundo oco...
E a angustia e a dor e o corpo e o mal estar...E a nausea e o desconforto...Não gosto de mortos mas queria estar...
Estou cansada de sol e vida e cor e lagrima...Cansada...
Doente..
A alma amortalhada ,despedaçada jogada pelo mar....
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