quarta-feira, 6 de abril de 2011

Estive ausente...
Ausente de mim,
me recusando a pensar, a falar a ouvir...
Estive ausente...
Estive ausente e aceito o repúdio.
Monstro que me torno a cada segundo, a cada pontada no peito, a cada vez que a lágrima cai...
A saudade que vai se insuportando dentro de mim...
O peso do sangue é irrecuperável...

Estive ausente e me perdoo...

- O que nos torna menos fúteis do que aqueles que se negam a ver a realidade depois do Big Brother?

Impossível definir...A ausência é a mesma...A solidão é a mesma...É a mesma mesmice...
Sempre...

Eu tinha tanto a dizer, queria tanto e as palavras somem...
Peço desculpas pelas fracas frases que deixo aqui...
Um dia eu volto...

4 comentários:

Anônimo disse...

Saudade.

Profundos Conhecimentos disse...

algumas palavras são simples e com muito para dizer, mas por serem simples são dificeis de escutar, se ouvir talvez, é complicado edmitir que a futilidade esteja ate naquele que co muito esforço a repuldia. E a saudade e um sentimento que desde muito jovens temos que conviver, independete do objeto dele.

Eduardo Lopes (Beavis) disse...

lembrou-me Victor Hugo quando escreveu 'Fazes-me falta, estou ausente de mim'.

ausente-se, mas o que escrevestes, não morrerás. podes ter certeza disso. garanto-lhe isso.

e espero que a ausência nao se estenda por muito tempo.

abraço forte.

Luara Quaresma disse...

escreve muito bem :)